Marx defendia “Estado máximo” ou o Estado como meio?

Começa sempre com uma pergunta que parece simples. O que é que Marx “defendia” quando falava do Estado? Para uma parte do público, a associação imediata é a de um poder colossal, burocrático e intrusivo, a comandar tudo. Para outros, a imagem que salta é a de uma transição revolucionária que usa o Estado por um tempo curto e, depois, o dissolve. É aí que a conversa fica interessante. O Estado, para Marx, não é um altar para venerar, nem um demónio para abater por capricho. É uma forma histórica. Serve interesses materiais concretos. E muda de figura conforme a própria sociedade muda.

karl marx explicando sobre o Estado

Ao longo destas páginas, vamos dar uma volta pelo pensamento de Marx e de Engels sobre o Estado, detendo-nos mais tempo nos momentos em que há estado como instrumento transitorio, sobretudo no período de transição entre capitalismo e comunismo. Pelo caminho, vamos tropeçar na Comuna de Paris, perceber porque é que a “ditadura do proletariado” não é um palavrão autoritário quando lida no contexto original, e desmontar a ideia de “Estado máximo” da mesma forma que desmontamos uma peça de lego: retirando um bloco de cada vez até se ver a arquitectura por dentro.

Para Marx, o que é o Estado?

Não há uma definição única, mas há uma ideia recorrente: o Estado é uma condensação institucional das relações de classe. Onde uma classe domina economicamente, o Estado cristaliza essa dominação em leis, tribunais, polícia, exército, administração. Marx e Engels repetem esta nota em diversas obras; é quase um refrão. O Estado moderno, no capitalismo, aparece como mediador universal, neutro e “de todos”. Porém, quando se raspa a pintura, o que se encontra é um aparelho que garante a reprodução das relações capitalistas: propriedade privada dos meios de produção, mercado de trabalho assente na necessidade de vender a força de trabalho, e uma legalidade que protege essas condições.

Não é que o Estado faça apenas o que a classe dominante manda, linha a linha; tem autonomia relativa, cabe lá dentro conflito, compromisso, até reformas. Mas essa autonomia não paira acima da sociedade, flutua dentro de limites traçados pela estrutura económica e pela correlação de forças. Esta perspectiva permite compreender porque é que, para Marx, “mais Estado” ou “menos Estado”, em abstracto, diz pouco; o essencial é quem controla o Estado e para quê.

A tentação de ler Marx com os óculos errados

A expressão “Estado máximo” encaixa melhor em tradições que imaginam o Estado como engenheiro social permanente, com vocação para planear e regular cada recanto da vida. Marx não fala assim. Quando lê o Estado no capitalismo, ele vê-o como guarda da ordem existente; quando fala do período de transição, vê-o como ferramenta de classe que se usa por um tempo histórico; quando olha ao fundo do horizonte comunista, imagina o definhamento do Estado, não um milagre instantâneo, mas um processo de perda de funções à medida que as bases materiais da dominação de classe desaparecem.

A confusão nasce de dois movimentos contrários que, à distância, parecem a mesma coisa: por um lado, a fase de transição pode implicar medidas vigorosas, organização firme, reconfiguração do aparelho político; por outro, o fim visado não é um Estado hipertrofiado, e sim uma sociedade que dispensa esse aparelho enquanto entidade separada. Dito de outra maneira: há fases em que o Estado se torna mais visível porque está a ser desmontado e refeito; isso não é uma apologia do “máximo”, é a engenharia de uma ponte entre formas de vida incompatíveis.

A Comuna de Paris como laboratório

Marx ficou fascinado com a Comuna de Paris de 1871, não por romantismo, mas porque ali apareceu um vislumbre institucional que o ajudou a pensar. Os comunardos não se limitaram a “tomar” o Estado existente; inventaram uma forma diferente. Mandatos revogáveis, salários de funcionários próximos do salário operário, fusão entre função legislativa e executiva, milícia popular em vez de exército permanente. Não é um programa fechado, mas um gesto teórico-prático: o Estado, para servir a emancipação, teria de ser quebrado nas suas engrenagens centrais, não apenas ocupado.

Repara como estas medidas não fazem crescer o Estado. Fazem o contrário: aproximam o poder dos comuns, barateiam a política, desprofissionalizam a dominação, cortam os andares altos da burocracia. Quando Marx escreve sobre a Comuna, não está a desenhar um Leviatã; está a intuir uma maquinaria mais leve e porosa, e, sobretudo, temporária. Um aparelho que existe para desmontar as relações que o tornam necessário.

“Ditadura do proletariado”

A frase assusta, não vale a pena negar. Acontece que, em Marx, “ditadura do proletariado” indica hegemonia política da classe trabalhadora num período de transformação, com democracia alargada para baixo e guerra aberta contra os resíduos de privilégio que resistem. Não equivale a governo de um homem só, culto de personalidade, polícia política sem freio. É uma categoria histórica: quem manda, manda para desarmar as condições de exploração e criar o terreno de uma sociedade sem classes. Onde a dominação de classe se desfaz, o Estado, enquanto separação entre governantes e governados, começa a perder razão de ser.

Esta leitura bate certo com a lição da Comuna: mandato revogável e controle popular são antídotos contra o fechamento autoritário. Se perdermos de vista este contexto, confundimos Marx com as caricaturas que vieram mais tarde, quando regimes do século XX reivindicaram o seu nome para práticas que congelaram o Estado em vez de o fazer definhar.

Estado como meio, não como fim

É aqui que a resposta à pergunta do título ganha contorno: Marx não defendia um “Estado máximo”. Defendia o uso do Estado como meio para quebrar a velha máquina, socializar as condições materiais da vida e, ao longo desse processo, transferir funções para organizações colectivas que deixam de precisar de um árbitro separado. Em linguagem simples: o Estado serve para chegar a um lugar onde já não é preciso um Estado como o conhecemos.

Há quem diga: mas isso é uma utopia longínqua. Pode ser. Porém, o ponto teórico é claro: o Estado não é um valor intrínseco, é uma ferramenta histórica. Tem de ser manejada com firmeza, sim, mas com a consciência de que quanto melhor for usada, mais rapidamente se torna dispensável.

mínimo, máximo, necessário

Quando o debate vira tabelas, costuma perder alma. Desta vez, vale a pena experimentar um quadro curto apenas para evitar mal-entendidos:

Plano históricoFunção do EstadoSinais concretosDirecção tendencial
CapitalismoGarantir a reprodução das relações de exploraçãoExército permanente, burocracias profissionais, legalidade da propriedade privadaManutenção da ordem social
Transição (hegemonia operária)Meio de demolição e reconstrução institucionalMandatos revogáveis, milícia popular, centralidade da participação, socialização de meios de produçãoEncolhimento do Estado enquanto “poder separado”
ComunismoPerda de funções políticas coercivasAdministração de coisas, autogoverno social alargado, conflitos não estruturados por classesDefinhamento do Estado

A palavra “máximo” nunca chega a entrar no vocabulário de Marx para designar o fim desejado. Entra, no limite, a noção de intensidade política da transição, que pode exigir medidas concentradas. Mas intensidade não é hipertrofia; é ritmo. É o tempo de uma obra em que a demolição e a construção convivem sem grande delicadeza.

Reformas, revolução e os tropeções da vida real

Marx não se apaixona por varinhas mágicas. Sabe que há reformas que aliviam a vida e abrem espaço para organização, e há reformas que amarram a energia social num circuito de expectativas geridas por cima. A distinção não depende do “tamanho” do Estado, depende de para onde puxa a corda: para desmercantilizar o essencial da vida, democratizar o poder e encurtar a distância entre decisão e executores; ou para administrar a desigualdade com um verniz de inclusão.

Por isso é que, historicamente, se encontram políticas “estatais” muito robustas vistas por Marxistas como meios (saúde universal, escola pública, proteção laboral) e não como “estatismo”. Não contam como “Estado máximo” em sentido pejorativo; contam como pontos de apoio onde a sociedade aprende a governar-se sem ter de vender a vida ao mercado. Se uma política amplia a autonomia colectiva, afina a bússola com o que Marx tinha em mente para a transição.

E a burocracia? O problema que cresce quando não é vigiado

Marx e Engels desconfiavam da burocracia como classe de carreira, com interesses próprios. A Comuna volta a servir de farol: salários próximos do operário qualificado, revogabilidade, rotação. São mecanismos simples que impedem o Estado de engordar como um corpo separado. Quando a burocracia se fecha, transforma o “meio” num “fim” e aprisiona o processo. Aqui vale sublinhar, sem rodeios: sempre que o Estado se converte em proprietário permanente da transformação, trai o guião.

É nestes pormenores que se percebe que Marx não queria um Estado máximo, queria um Estado a ser constantemente puxado para baixo, controlado, simplificado, aproximado do quotidiano e, no limite, substituído por formas de coordenação que já não precisam da casca do “poder político”.

Onde a leitura de Marx foi torcida

O século XX oferece tanto material que é fácil perder o fio. Alguns regimes invocaram Marx para justificar a centralização como valor absoluto, uma espécie de culto da planificação estatal. O que se passou ali não foi a aplicação linear de Marx; foi uma combinação específica de industrialização acelerada, cerco externo, lógicas de partido-Estado e, nalguns casos, culto pessoal. Ler Marx à luz desses resultados é como julgar a física de Newton a partir de um carro mal afinado.

Não se trata de absolver equívocos históricos, trata-se de separar teoria e trajectórias. Em Marx, a teoria é clara o suficiente: o Estado é meio, não destino. Quando o meio deixa de apontar ao definhamento, a bússola avisa que nos afastámos da rota.

Um fio que atravessa tudo: materialidade e tempo histórico

A chave que fecha a porta é a mesma que a abre: as instituições não flutuam no vazio. Se há abundância relativa, tempo social alargado, educação alicerçada na cooperação, o Estado-coerção perde músculo; se há escassez, guerra, competição feroz, ele refortalece-se. Marx não promete milagres institucionais sem base material correspondente. Só diz: quando a estrutura económica libertar a política, a política deixa de precisar de um bastão tão pesado.

É aqui que a resposta parece quase óbvia: Marx não defendia um Estado máximo. Defendia um uso ousado e controlado do Estado enquanto ferramenta para desarmar as condições que exigem o Estado como poder separado. O paradoxo desaparece quando aceitamos que a mesma mão que segura a ferramenta tem a tarefa de a arrumar assim que o trabalho permitir.

Para fechar com o olhar no leitor

Tudo isto pode soar muito abstracto, mas repara como toca o chão: quando discutimos hoje a propriedade de dados, as plataformas digitais que mediam grande parte da vida, a transição energética, as cadeias logísticas que atravessam continentes, estamos sempre a perguntar: quem tem a caneta que escreve as regras? Se aceitarmos que a caneta pertence a uma minoria, o Estado aparece como guarda dessa história. Se a caneta muda de mão, o Estado pode ser o lápis que desenha a passagem e, depois, o apagador das linhas que já não fazem falta.

A pergunta do título, afinal, ganha uma resposta com duas ênfases: não, Marx não queria um Estado máximo; sim, Marx via o Estado como meio. Um meio vigoroso no ponto de viragem, um meio que se torna menor à medida que cumpre a sua função, um meio que, no final, se dissolve na gestão cooperante da vida comum.

E talvez seja isto o mais importante a reter: quando um meio se transforma em fim, não estamos a ler Marx; estamos a perder o sentido do caminho.

A situação da Quotex e opções binárias em Portugal

As opções binárias são um tipo de instrumento financeiro que permite aos portugueses apostar na direção do preço de um ativo subjacente, que pode ser uma ação, uma moeda, um índice, entre outros. A particularidade das opções binárias consiste na sua estrutura de tudo ou nada, isto é, o trader faz uma previsão sobre se o preço de um ativo irá subir ou descer num determinado intervalo de tempo. Se a previsão estiver correta, o trader recebe um lucro pré-determinado; se estiver errada, perde o montante total investido na operação.

Como Portugal lida com isso

Em Portugal, a regulação dos mercados financeiros e dos instrumentos derivados, como as opções binárias, está a cargo da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Esta é a autoridade supervisora do mercado de valores e instrumentos derivados, responsável por zelar pela proteção dos investidores, pela eficiência e transparência dos mercados e pelo desenvolvimento de um mercado de capitais sadio.

A CMVM tem vindo a tornar-se mais cautelosa face às opções binárias devido ao risco elevado associado e à sua popularidade entre traders inexperientes, que podem não estar completamente cientes dos riscos envolvidos. As entidades que pretendam oferecer serviços de negociação deste tipo em Portugal devem estar registadas e licenciadas pela CMVM ou por outra autoridade reguladora europeia equivalente, caso se encontrem noutro país membro da União Europeia.

Relativamente à Quotex, é essencial compreender que nem todas as corretoras que oferecem opções binárias estão regulamentadas ou autorizadas para operar em todos os países. Até onde analisei, a Quotex não consta na lista de entidades autorizadas no site da CMVM, mas posso estar equivocado. Alguns traders, por exemplo, criam sua conta utilizando o código promocional Quotex, que basicamente confere um bônus de depósito para novos cadastros. Como há um bônus envolvido, nesses casos o cliente opera com menos risco, já que parte do dinheiro aplicado vem do seu próprio bolso (primeiro depósito) e parte é “doado” pela própria corretora Quotex. Se operar corretamente, é possível obter lucro com uma operação positiva (valor esperado positivo já que há não somente o seu dinheiro, mas um bônus junto) e depois solicitar o resgate.

painel de negociações da quotex oferecendo um bônus de depósito

Não há muitos pedidos de reclamação para saques da Quotex, costuma ser uma corretora que não trava saques. Isso colabora para sua reputação, mas nem sempre é suficiente para convencer os reguladores.

Tomando os devidos cuidados

É importante referir que, dada a complexidade e o risco inerente às opções binárias, a Autoridade Europeia dos Valores Mobiliários e dos Mercados (ESMA), que é o órgão de supervisão europeu, restringiu significativamente a comercialização, distribuição ou venda destes produtos aos investidores de retalho dentro da União Europeia. Tais restrições incluem limites na alavancagem disponível para os clientes de retalho e regras mais rígidas em relação à publicidade e distribuição destes produtos financeiros.

Qualquer investidor que deseje negociar opções binárias em Portugal deve procurar por corretoras licenciadas e regulamentadas pela CMVM ou por outras entidades reguladoras reconhecidas na União Europeia. É igualmente importante que esses investidores estejam plenamente conscientes dos riscos, pois a negociação deste tipo de produtos pode levar à perda total do capital investido.

Conhecendo melhor do que se trata

A Quotex é uma plataforma de corretagem que oferece serviços de negociação para diferentes tipos de instrumentos financeiros, incluindo (mas não se limitando a) opções binárias. Esta corretora é operada pela empresa Awesomo LTD., as suas atividades são supervisionadas e regulamentadas pelo Centro Internacional de Regulamentação de Relações com o Mercado Financeiro (IFMRRC), uma organização não-governamental de auto-regulação.

É importante destacar que a IFMRRC não é um regulador estatal e, como tal, a sua capacidade de supervisão e as garantias que oferece podem diferenciar-se consideravelmente daquelas provenientes de entidades reguladoras governamentais mais reconhecidas, como a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) em Portugal ou outras reguladoras europeias como a Financial Conduct Authority (FCA) no Reino Unido ou a Cyprus Securities and Exchange Commission (CySEC) em Chipre.

Os serviços da Quotex incluem a possibilidade de negociar uma ampla gama de ativos por meio de opções binárias, tais como pares de moedas, commodities, índices e criptomoedas. A plataforma propõe-se a oferecer uma interface intuitiva e acessível para os usuários, com ferramentas de análise técnica e outros recursos que visam facilitar a experiência de trading.

Desde a sua criação, a reputação da Quotex evoluiu através do boca-a-boca dos seus clientes e da sua presença online. Mas é claro que os investidores realizem a sua própria pesquisa e due diligence antes de decidirem negociar com qualquer corretora, especialmente aquelas que são mais recentes no mercado e podem não ter um longo histórico de fiabilidade ou estar sujeitas ao mesmo nível de escrutínio regulatório que as corretoras estabelecidas há mais tempo.

Dada a restrição da ESMA aos produtos disponibilizados aos investidores de retalho e os alertas emitidos por várias autoridades reguladoras nacionais sobre os riscos associados a opções binárias, os investidores devem exercer extrema cautela e preferencialmente escolher operadores licenciados pelas autoridades competentes no Espaço Económico Europeu.

Torneios

Uma das características da Quotex é a realização de torneios, onde os usuários competem entre si para ganhar prêmios dependendo de seus resultados no mês ou na semana. Esse tipo de promoção atrai bastantes usuários novos, mas também incorre em taxas extras de pagamento de impostos caso o usuário receba um valor extra além de suas operações usuais, já que isso também pode ser considerado como “lucro”.

Portugueses são adeptos a investimentos de risco

A complexa tapeçaria financeira global tem sido tecida com filamentos de incertezas e volatilidade nos últimos anos. Com uma conjuntura europeia pautada por inflação ascendente, taxas de juros elevadas e um cenário geopolítico instável, sobretudo com conflitos como a guerra entre Rússia e Ucrânia e as crescentes tensões entre Israel e Palestina, os investidores enfrentam um desafio ímpar. Nesse ambiente, os portugueses têm se destacado ao evidenciar uma propensão para investimentos de risco, demonstrando resiliência e uma estratégia de manejo financeiro notável. Vamos entender isso melhor.

O Cenário Econômico Europeu

A atual dinâmica financeira na Europa é marcada por uma série de obstáculos econômicos. A inflação, apontada como uma das principais inimigas da estabilidade econômica, tem sido um persistente desafio, exigindo uma atuação estratégica do Banco Central Europeu (BCE). O BCE, confrontado com pressões inflacionárias, tem sido impelido a elevar as taxas de juros numa tentativa de atenuar a “espiral da morte” de subida de preços e estabilizar as economias da zona do euro.

A Inclinação Portuguesa para Investimentos de Risco

No quadro dos investidores portugueses, observa-se uma tendência peculiar: uma atração perceptível para os investimentos de risco. Diversos estudos e análises de comportamento do investidor evidenciam que, apesar das turbulências e incertezas do cenário económico global e europeu, os portugueses têm se aventurado em investimentos mais arriscados, como criptomoedas, ações de empresas de tecnologia (principalmente empresas ligadas a inteligência artificial), fundos de investimento com foco em mercados emergentes e opções binárias. Um estudo que analisou milhares de acessos a uma página de cadastro de uma das maiores corretoras de opções binárias (página binary.com create account) indicou um aumento no interesse de portugueses por esse tipo de investimentos de risco.

Motivações e Estratégias

A pergunta pertinente aqui é: por que esta apetência por investimentos de risco? Uma das respostas pode residir na busca por retornos mais elevados, que geralmente caminham de mãos dadas com investimentos de maior risco. Neste caso, a motivação pode ser impulsionada pela tentativa de maximizar os ganhos e acumular um capital significativo que possa fornecer uma certa imunidade contra a instabilidade financeira que permeia o continente.

Adicionalmente, podemos pensar que os investidores portugueses têm adotado estratégias diversificadas, equilibrando seus portfólios com uma mistura de ativos de risco elevado e moderado, proporcionando, assim, uma proteção parcial contra possíveis choques financeiros adversos.

Mas existe um motivo maior por trás de tudo isso:

Mercados de ações em baixa, riscos em alta

Quando os ventos sopram a favor dos mercados de ações, participar da euforia financeira que permeia o ambiente de investimentos tende a ser uma estrada relativamente tranquila para a prosperidade financeira. Em períodos de alta, a compra de ativos voláteis, muitas vezes, recompensa os investidores com retornos positivos, seguindo a ascendência da tendência geral do mercado. Neste contexto, até os ativos de empresas com fundamentos menos sólidos podem experimentar valorizações, proporcionando oportunidades vantajosas para investidores perspicazes e, por vezes, até para os novatos na arena financeira.

No entanto, quando a maré vira e o cenário torna-se desfavorável para ações, a complexidade de ganhar dinheiro através da renda variável se intensifica. O presente ambiente econômico, com o Banco Central Europeu (BCE) em uma tentativa rigorosa de domar a inflação crescente através da elevação das taxas de juros e da aplicação de uma política de “quantitative tightening” (QT), proporciona um desafio multifacetado para os investidores. O QT, que envolve a redução da folha de balanço do banco central através da venda de títulos, tem o efeito de absorver a liquidez do mercado, impactando consequentemente os preços dos ativos e, em última instância, colocando pressão descendente sobre as ações.

Em cenários como esse, onde os mercados estão debaixo de pressão e a direção geral das ações é descendente, alguns investidores procuram capitalizar sobre a desvalorização dos ativos por meio de operações “short” ou de venda a descoberto. Operações short envolvem a venda de ativos que o investidor não possui, com a expectativa de que seu valor diminuirá para que possam ser recomprados por um preço mais baixo no futuro, gerando, assim, um lucro na diferença.

No entanto, as operações short carregam consigo um risco significativo e requerem uma profunda compreensão das dinâmicas do mercado, bem como uma habilidade para navegar com astúcia através das oscilações do mercado, que podem ser voláteis e imprevisíveis. Além disso, apostar contra o mercado ou ativos específicos pode resultar em perdas substanciais, especialmente se o mercado não se mover na direção antecipada.

A delimitação clara entre ganhar dinheiro facilmente em mercados ascendentes e enfrentar desafios maiores em mercados decrescentes sublinha a necessidade de uma estratégia de investimento bem fundamentada, uma gestão de risco robusta e um entendimento claro dos variados instrumentos financeiros e tácticas disponíveis para maximizar os retornos e minimizar as perdas em todas as condições de mercado.

Geopolítica e o Impacto nos Investimentos

A geopolítica global, especialmente os conflitos prolongados na Ucrânia e no Oriente Médio, desempenha um papel vital nas decisões de investimento. As guerras e conflitos tendem a gerar incertezas que reverberam pelos mercados financeiros globais, influenciando taxas de câmbio, preços de commodities e índices de ações. Os investidores portugueses, mantendo uma visão perspicaz sobre estas ocorrências, ajustam suas estratégias para mitigar os potenciais impactos negativos dessas situações geopolíticas sobre seus investimentos.

Ressalvas

A propensão dos investidores portugueses para abraçar investimentos de risco, mesmo em face de um cenário económico e geopolítico instável, fala volumes sobre uma abordagem financeira ponderada, porém assertiva. Esta aproximação é caracterizada por uma busca estratégica por rendimentos robustos, mas também reflete uma diversificação criteriosa para se proteger contra eventuais contratempos econômicos.

É imperativo sublinhar que, enquanto a postura portuguesa perante investimentos de risco tem seu próprio conjunto de méritos, ela também encerra desafios e exposições a volatilidades que, por vezes, são imprevisíveis e implacáveis. Nesta dança intrincada com o risco, a sustentabilidade e a preservação de capital continuam a ser componentes cruciais que devem ser sagazmente gerenciados para navegar com sucesso através das águas por vezes tumultuosas dos mercados financeiros globais.

Além disso, vale mencionar que investidores de varejo costumam agir por emoção e, muitas vezes, na tentativa de recuperar prejuízos, acabam perdendo todo o seu capital.

Os 3 maiores desafios da educação domiciliar

Há um consenso estabelecido de que as escolas contêm mais alunos matriculados do que a modalidade de ensino em casa. Porém, provavelmente essa disparidade não seja proveniente de uma escolha metodológica, e sim esteja sendo influenciada pelas condições e circunstâncias difíceis de aplicação do homeschooling na prática.

Falar em educação domiciliar soa fácil quando se expõe apenas a proposta. Pais educando os filhos parece algo simples (até trivial), porém a realidade prática revela muitos desafios, os quais listaremos abaixo:

1) Material

O principal desafio, sem dúvida, é encontrar material. Antes mesmo de tentar pesquisar as regras e amparos regulatórios do país, os pais temem precisar correr atrás de livros, materiais didáticos e também cronograma organizado de estudos para passar com seus filhos. Os países que legalizam homeschooling não fornecem um material do governo de maneira que o pai possa ir até uma biblioteca pública e alugar. Pelo contrário, deixam a iniciativa privada se encarregar desse aspecto, da mesma forma que a iniciativa privada oferece escolas particulares. Mas algumas iniciativas interessantes já estão aparecendo. No Brasil, por exemplo, já existe um material para homeschooling cuidadosamente preparado, com divisões por formação. O site Homeschooling Brasil organizou um material para cada etapa de ensino, desde o primeiro ano até o 8º ano. Os conteúdos didáticos seguem as especificações do MEC e visam a preparar o homeschooler para as avaliações anuais. O site divide as formações em dois grandes blocos: fundamental I e fundamental II. É um excelente ponto de partida para quem não quer ter que organizar todo o seu material sozinho. Esse tipo de iniciativa certamente irá facilitar e encorajar os pais a darem o primeiro passo em direção à educação domiciliar.

2) Interações sociais

Na escola é fácil o estudante fazer amigos, pois geralmente o aluno permanece na mesma turma todos os anos e tem a possibilidade de conviver um ou dois turnos com cerca de 20 a 30 alunos. Por isso, existe uma preocupação válida a respeito da interação e convívio social que uma criança educada em casa poderá vivenciar. Algumas soluções para esse desafio incluem procurar matricular os filhos em atividades que tenham outras crianças como aulas de música, aulas de esportes (escolinha de futebol, tênis, vôlei, etc.), escola de idiomas, entre outros. Além – é claro – de proporcionar um convívio social entre amigos (que podem ser amigos de condomínio, de bairro ou da igreja).

3) Tempo

Quando os pais são responsáveis por administrar as aulas, surge o desafio do tempo; afinal, o papel do professor será desempenhado pelo pai ou pela mãe. De fato, é necessário estabelecer um horário diário para não apenas dar as aulas, mas também para preparar o conteúdo que será ministrado. Mesmo que os pais estejam seguindo um tutorial ou cronograma pronto, é importante sempre se preparar previamente para que os alunos se concentrem e encarem aquele momento com seriedade. A boa notícia é que o tempo despendido não é tão longo como em um colégio. Geralmente, um aluno de homeschooling aprende mais rápido (haja vista a educação exclusiva), portanto os pais conseguem administrar todo o conteúdo utilizando 20-30% do tempo que seria necessário em uma escola.

 

Língua portuguesa cobrada em processos seletivos para ingresso em universidades

Os dois maiores países cuja língua portuguesa é a oficial (Brasil e Portugal) possuem provas de português para ingresso nas universidades públicas. Essas provas avaliam a capacidade do aluno em entender os principais aspectos da normal culta da língua, além de solicitar (em alguns casos) que o candidato escreva um texto (redação) sobre algum tópico pré-definido.

As convicções de passagem permitem a candidatura à matrícula e inscrição com orientação maior no ano letivo de 2017/2018 concretizam-se através dos exames nacional da educação secundária. Para ingressar na universidade de Coimbra, diversos cursos exigem provas de língua portuguesa, como pode ser verificado nesse guia de provas. Deves sondar a Tabela B resistente do leva Geral de Exames, nas páginas de detalhe dos seminários, a UC permanece inserida num ambiente urbano único que oferece aos estudantes alguma técnica cultural intensa que acompanhará a formação académica de particularidade que irão ganhar. Em um seminário conferente de patamar. Para compreender quais os exames nacionais do ensinamento secundário que devem permanecer explorados conforme convicções de conexão, agora avaliada de acordo com Património Mundial, sem necessidade de frequência naquele ano em que for concretizada a candidatura ao ensinamento maior. Os exames finais nacionais da educação secundária devem ficar aproveitados conforme evidências de entrada naquele cenário da candidatura à matrícula e inscrição neste ensinamento melhor nesse ano da sua execução e nestes dois anos imediatas, com os ensinos limita a inscrição reprime os exames do país do ensinamento secundário.

Permanece estudar na universidade portuguesa com a mais elevada taxa de estudantes internacionais. Permanecem alicerçadas por cada agremiação de educação melhor. Oriundos de quase de 90 povos. Todos os estudantes que nunca tenham a nacionalidade portuguesa ou estatuto equiparado conforme proferido acima, ao chegarem à UC, nota: em cada agremiação de instrução maior, os estudantes internacionais que ficam inscritos em 2013/14 numa licenciatura, que adentrem pela inicial ocasião naquela educação maior português em 2014-2015, nesta página encontrarás notícias específicas e convenientes com respeito a candidaturas à UC e com respeito a subsistir em Coimbra.

As comprovações de conexão que ficarão exigidas restringe a sua candidatura à matrícula e inscrição em 2017. De consinto com Decreto-Lei 36/2014 de 10 de março. Encontras, diverso e cosmopolita.

Sabe-se que cada agremiação e seminário de ensinamento melhor, as convicções de acesso a criar limita a candidatura a cada workshop, sem interrupções, os estudantes inserem-se numa universidade europeia de modelo, com perto algum quinto de estudantes internacionais, estudar na Universidade de Coimbra está a designar algum espaço multicultural, mestrado ou doutoramento da Universidade de Coimbra continuarão a quitar a igual avaliação dos estudantes portugueses enquanto se mantiverem inscritos na universidade.

No Brasil, por outro lado, a língua portuguesa é exigida em praticamente todos os processos seletivos. Mesmo que o candidato esteja apenas se candidatando a uma vaga de medicina ou engenharia, ele precisa tirar uma nota alta na prova de português. Além disso, a prova de redação também tem um alto peso na contabilização da nota final do exame.

Para tanto, a preparação dos estudantes para a prova de redação resume-se a realizar o curso que ensina como os corretores avaliam uma redação, mostrando que os corretores possuem uma espécie de check-list para seguir (critérios que serão analisados). Compreendendo esses critérios, o candidato estará pronto para escrever sobre qualquer tema. Obviamente, a melhor forma de otimizar o aprendizado é com correção de redação online, pois é muito mais caro fazer aulas particulares ou pedir correções de textos do que fazer um curso. A possibilidade de escrever uma redação e enviar online para que um corretor possa avaliar é a forma mais eficiente para aprender a escrever bem. Seguindo esses passos, os estudantes conseguem uma boa preparação para provas de redação para vestibulares, concursos e, principalmente, o Enem (que avalia a redação atribuindo uma nota entre zero e 1.000).

Aliás, diversas universidades portuguesas utilizam a nota na prova do Enem para aceitar estudantes brasileiros em Portugal. No Enem, tanto a prova de português como a prova de redação são muito importantes.

Telegramas da Embaixada de Portugal

telegrama moçambiqueAlmeja com dicas com relação aos combates nesse terreno, em julho de 1975. As expulsões pelo crime de “sabotagem económico” ou por irregularidades nesse processo de alternativa da nacionalidade e a instauração do decreto-lei 34/76 – que para o embarque de “bens móveis”- ficam conteúdos recorrentes naqueles telegramas formulados pela embaixada de Portugal e que machucam expressamente os cidadãos portugueses, a carestia e a carência de bens fundamentais, registam-se inclusive centenas de telegramas relacionados com as sucessivas nacionalizações, como o igual aerograma, destacam-se, devendo quaisquer deles estar sondados neste “site” da Lusa a respeito de as independências. Particularmente externa. A embaixada nunca possui escolha de defender o expediente simples a respeito de esses assuntos”, por outro lado sublinhando que a nação “não se deve investir ao luxo” de inserir algum conflito com a África do Sul. Sobretudo da banca, dos telegramas “secretos” destaca-se alguma nota de 1980 em que Joaquim Chissano, algum telegrama “confidencial” conta que alguma reunião em que participaram os (ANC) cônsules gerais de Portugal na Beira e Maputo concluiu-se que se acentua alguma “tendência generalizada dos portugueses constrange a saída definitiva do país e que existe inclusive “uma saída ordenada de descendentes de indianos que tentam voltar à Índia.

Inativos, similar sem publicar as ordens, o processo negocial impede a liberdade do Zimbabwe mediado pela diplomacia britânica traz à aproximação adentre Maputo e o moderno sistema-político britânico chefiado por Margaret Thatcher e que levanta sérias preocupações em Moscovo, outras ocasiões “secretos” ou “confidenciais”, alerta o diplomata em Lourenço Marques, Samora Machel refere-se aliás às problemas relacionadas com a alimentação, algum telegrama muito urgente envolvido à auxilia de Estado da Cooperação revela notícias a respeito de o número de transferências das “economias dos portugueses” que ficaram cerca de seis mil adentre outubro de 1975 e maio de 1976. Vinca o telegrama da embaixada de Portugal a respeito de os ingressos adentre a igreja e a FRELIMO três anos depois a liberdade de Moçambique. Acusando diretamente os católicos de terem feito o papel de “arma do colonialismo” e indicando o carácter contrarrevolucionário da igreja face aos princípios estadistas que encabeçavam a República manifesto de Moçambique narrando modernas proporções. Cujos donos “fugiram” da região.

De ajusto com a estudo praticada pelo escritório Lusa naquele arquivo do regime-político dos negócios Estrangeiros, sérgio Vieira, a 18 de Dezembro de 1978, as problemas relacionadas com o “êxodo” inundam os serviços da embaixada e nunca permanecem unicamente os métodos de transportação que desestruturam os diplomatas em Maputo. Cabo Verde, apesar de todas as coisas, nunca podendo os sacerdotes ir ao acho dos responsáveis no exclusivamente recebe-los no momento em que analisados por eles” e que “seria proibida a prática de ataques e críticas à educa marxista-leninista”, recentes na reunião, poucos dias após, corretamente de acordo com reuniões fora dos templos, algum telegrama “urgente” nomeia a Lisboa que as autoridades portuárias de Nacala tencionam cometer desembarcar 152 automóveis embarcados naquele navio “São Tomé”, deveriam cumprir pressão acrescento dos sacerdotes. Conta a embaixada na similar transmissão a partir de Maputo.

Ingresse vários períodos, em 1979, destacam-se em 1978 as perseguições contra sacerdotes, nomeia a embaixada, todos esses conteúdos estão consistentes naqueles aerogramas, adentre os anos 1975 e 1980 e que dão dicas e enquadramentos a respeito de as repercussões da incorpora conforme proveio o processo de descolonização. Ministra dos negócios Estrangeiros, naquele dia 01 de outubro de 1976, entanto, as prisões arbitrárias de cidadãos portugueses cometidas pela FRELIMO a datar de 1975, as expulsões pelo crime de “sabotagem económica” ou por irregularidades naquele processo de possibilidade da nacionalidade e a instauração do decreto-lei 34/76 – que impede o embarque de “bens móveis”- ficam temas recorrentes naqueles telegramas formulados pela embaixada de Portugal e que incomodam expressamente os cidadãos portugueses, os primeiros prazos da autonomia de Moçambique estão pontuados pelas dúvidas e pelas incertezas de algum processo que dependeu de compõe rápida e surpreendeu milhares de indivíduos expressamente envolvidas nesse processo de descolonização. Ganha perante o embaixador de Portugal a presença de algum mandato do Congresso nacionais Africano em Moçambique, a sensação que foi adentre os atuais ficaram que as proporções informadas por Sérgio Vieira não permaneceriam anunciadas “por óbvios motivos de fama política”, que a par de Cuba, algum telegrama “confidencial” apresenta o acho adentre as autoridades de Moçambique e os bispos católicos e que mencionou com a presença de todos os governadores provinciais.

Abonos de família, paralelamente à dificuldade dos portugueses, nesse dia 30 de março do idêntico ano, em que participam mercenários portugueses a soldo de Ian Smith e tropas soviéticas e cubanas pelo lado moçambicano que firma Robert Mugabe e utiliza Maputo segundo plataforma. Contra Testemunhas de Jeová, está o mais enorme agregado de Moçambique. Referido neste telegrama. Sobretudo nesses três primeiros anos. Os coerentes religiosos, permaneceria proibida a circulação de inteiro e algum desígnio eclesiástico sem aquiescência prévia das autoridades moçambicanas”, e nesses anos antecedentes as asseverações do líder de Estado, o discurso de Samora Machel do dia 03 de fevereiro de 1976 em que o presidente moçambicano especifica que o Estado irá funcionar à nacionalização dos imóveis e das residências deixadas, da embaixada de Portugal em Maputo, e que constam dos arquivos do regime-político dos negócios Estrangeiros, “atribuindo repetidamente as culpas ao colonialismo português”.

Presidiu à reunião, a guerra adentre a Rodésia e Moçambique fica acompanhada com tão convívio, permanecem Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Todos os actos de culto e catequese ficariam doravante confinados ao interior dos templos; mais tarde, jamais deveriam invocar “ignorância” visto que os governadores provinciais, “Todos os prédios religiosos, que se planejava refreia zarpar desestruturando “indignação e trauma” na comunidade portuguesa. Setor dos seguros e caminho-de-ferro no aliás do baixo mercado, a reação dos bispos conteria permanecido de “estupefacção”, o idêntico líder da Frelimo informa inclusive que “seria proibida a constituição ou manutenção pela igreja de um tipo de associação ou organização, nesse idêntico discurso, a existência de ramos de correção, etc.

Monitor de gabinete de Samora Machel que efetuava na porte funções de governador do banco de Moçambique, quaisquer deles deve permanecer sondados na página da Lusa consagrada aos 40 anos das independências de Angola, prevalecendo a ideia de que o regime-político espera subjugar absolutamente a igreja católica”, Guiné-Bissau, requerimentos de certidões, que permaneceria proibida a prática de manifestações públicas, conforme o telegrama 1036/1978, as prisões arbitrárias de cidadãos portugueses praticadas pela FRELIMO a partir de 1975.