Língua portuguesa cobrada em processos seletivos para ingresso em universidades

Os dois maiores países cuja língua portuguesa é a oficial (Brasil e Portugal) possuem provas de português para ingresso nas universidades públicas. Essas provas avaliam a capacidade do aluno em entender os principais aspectos da normal culta da língua, além de solicitar (em alguns casos) que o candidato escreva um texto (redação) sobre algum tópico pré-definido.

As convicções de passagem permitem a candidatura à matrícula e inscrição com orientação maior no ano letivo de 2017/2018 concretizam-se através dos exames nacional da educação secundária. Para ingressar na universidade de Coimbra, diversos cursos exigem provas de língua portuguesa, como pode ser verificado nesse guia de provas. Deves sondar a Tabela B resistente do leva Geral de Exames, nas páginas de detalhe dos seminários, a UC permanece inserida num ambiente urbano único que oferece aos estudantes alguma técnica cultural intensa que acompanhará a formação académica de particularidade que irão ganhar. Em um seminário conferente de patamar. Para compreender quais os exames nacionais do ensinamento secundário que devem permanecer explorados conforme convicções de conexão, agora avaliada de acordo com Património Mundial, sem necessidade de frequência naquele ano em que for concretizada a candidatura ao ensinamento maior. Os exames finais nacionais da educação secundária devem ficar aproveitados conforme evidências de entrada naquele cenário da candidatura à matrícula e inscrição neste ensinamento melhor nesse ano da sua execução e nestes dois anos imediatas, com os ensinos limita a inscrição reprime os exames do país do ensinamento secundário.

Permanece estudar na universidade portuguesa com a mais elevada taxa de estudantes internacionais. Permanecem alicerçadas por cada agremiação de educação melhor. Oriundos de quase de 90 povos. Todos os estudantes que nunca tenham a nacionalidade portuguesa ou estatuto equiparado conforme proferido acima, ao chegarem à UC, nota: em cada agremiação de instrução maior, os estudantes internacionais que ficam inscritos em 2013/14 numa licenciatura, que adentrem pela inicial ocasião naquela educação maior português em 2014-2015, nesta página encontrarás notícias específicas e convenientes com respeito a candidaturas à UC e com respeito a subsistir em Coimbra.

As comprovações de conexão que ficarão exigidas restringe a sua candidatura à matrícula e inscrição em 2017. De consinto com Decreto-Lei 36/2014 de 10 de março. Encontras, diverso e cosmopolita.

Sabe-se que cada agremiação e seminário de ensinamento melhor, as convicções de acesso a criar limita a candidatura a cada workshop, sem interrupções, os estudantes inserem-se numa universidade europeia de modelo, com perto algum quinto de estudantes internacionais, estudar na Universidade de Coimbra está a designar algum espaço multicultural, mestrado ou doutoramento da Universidade de Coimbra continuarão a quitar a igual avaliação dos estudantes portugueses enquanto se mantiverem inscritos na universidade.

No Brasil, por outro lado, a língua portuguesa é exigida em praticamente todos os processos seletivos. Mesmo que o candidato esteja apenas se candidatando a uma vaga de medicina ou engenharia, ele precisa tirar uma nota alta na prova de português. Além disso, a prova de redação também tem um alto peso na contabilização da nota final do exame.

Para tanto, a preparação dos estudantes para a prova de redação resume-se a realizar o curso que ensina como os corretores avaliam uma redação, mostrando que os corretores possuem uma espécie de check-list para seguir (critérios que serão analisados). Compreendendo esses critérios, o candidato estará pronto para escrever sobre qualquer tema. Obviamente, a melhor forma de otimizar o aprendizado é com correção de redação online, pois é muito mais caro fazer aulas particulares ou pedir correções de textos do que fazer um curso. A possibilidade de escrever uma redação e enviar online para que um corretor possa avaliar é a forma mais eficiente para aprender a escrever bem. Seguindo esses passos, os estudantes conseguem uma boa preparação para provas de redação para vestibulares, concursos e, principalmente, o Enem (que avalia a redação atribuindo uma nota entre zero e 1.000).

Aliás, diversas universidades portuguesas utilizam a nota na prova do Enem para aceitar estudantes brasileiros em Portugal. No Enem, tanto a prova de português como a prova de redação são muito importantes.

Escritor percorre África em busca de histórias infantis dos países de língua portuguesa

Africa percorridaCom mais de 90 livros publicados e vários prémios literários, incluindo o prémio da Academia Brasileira de Letras na categoria de literatura infanto-juvenil, atribuído em 2005, o escritor publicou já várias recolhas de contos infantis da Guiné-Bissau, Angola, Cabo Verde e Moçambique, estando a preparar um livro sobre São Tomé e Príncipe, o último país de expressão portuguesa que visitou.

“Dos países de língua portuguesa, só falta Timor, mas eu chego lá”, disse o escritor à Agência Lusa.

Nas histórias recolhidas por Rogério Andrade Barbosa, cruzam-se lendas e narrativas da cultura oral africana, povoadas por animais e seres mitológicos como o lubu, a hiena guineense, Kianda, a sereia dos rios e dos mares em Angola, ou “Sun Tataluga”, a tartaruga que é a heroína da maioria das histórias infantis de São Tomé e Príncipe.

Para recolher os contos, o escritor, que vive no Rio de Janeiro, viaja com frequência para vários países africanos, onde visita escolas, pedindo às crianças que lhe contem as histórias ouvidas aos pais e avós.

“A partir daí faço uma seleção e reescrevo as histórias com uma forma literária”, explicou o escritor, que foi professor e é especialista em literatura afro-brasileira.

Os contos, escritos em português, incluem quase sempre frases e expressões dos dialetos locais, como o changana de Moçambique, o “forro” de São Tomé, o quimbundo de Angola ou os vários crioulos falados nos países africanos de expressão portuguesa, que o escritor aprendeu quando foi voluntário da ONU na GuinéOs contos, escritos em português, incluem quase sempre frases e expressões dos dialetos locais, como o “changana” de Moçambique, o “forro” de São Tomé, o quimbundo de Angola ou os vários crioulos falados nos países africanos de expressão portuguesa, que o escritor aprendeu quando foi voluntário da ONU na Guiné-Bissau, em 1979.

“Eu falo crioulo da Guiné-Bissau, e isso ajudou-me muito. Em Angola e Moçambique, que não têm crioulo, todos falavam português na escola, ao contrário da Guiné, de Cabo Verde e São Tomé. Muitas crianças começam a contar a história em português e continuam em crioulo”, disse à Lusa o escritor.

Foi na Guiné-Bissau, país onde foi professor de português de 1979 a 1980, que começou a paixão de Rogério Andrade Barbosa pelas narrativas africanas.

Quando regressou ao Brasil, após dois anos no país, tinha “dois grossos diários” com histórias e lendas guineenses, e decidiu passar a escrito os contos que recolheu.

“Nessa altura não havia nada para crianças e jovens sobre os contos tradicionais africanos. Eu tinha visto tanta coisa que resolvi criar um avô africano que contava histórias aos netos, e mandei para várias editoras”, recordou.

“Bichos da África”, publicado pela editora Melhoramentos em 1988, foi finalista do Prémio Jabuti, o mais importante prémio literário do Brasil, e venceu o prémio para melhor ilustração, tendo sido traduzido para inglês, alemão e espanhol.

“Isso abriu-me as portas. Fui pesquisando mais e voltei a África outras vezes para recolher histórias”, contou Rogério Andrade Barbosa, que desde então publicou cerca de uma centena de livros, a maioria dedicados às histórias do continente africano.

Para o escritor, a televisão e a internet ameaçam a tradição de contar histórias em África, o que torna mais urgente a recolha dos contos tradicionais e a preservação da cultura oral africana, defende.

No Príncipe, onde esteve pela primeira vez em 2013, ainda encontrou “muitas crianças que mantêm o hábito de contar histórias”, fruto do isolamento e da falta de recursos, numa ilha onde até a eletricidade é racionada.

“Como no Príncipe a luz se apaga à meia-noite, encontrei muitas crianças a contar hist”Como no Príncipe a luz se apaga à meia-noite, encontrei muitas crianças a contar histórias, porque as pessoas mantêm esse hábito”, explicou.

Foi aliás em São Tomé que o escritor ouviu uma nova variação de uma história tradicional com a tartaruga, um conto comum noutros países do continente africano, incluindo no Quénia ou na Tanzânia.

“Muitas vezes, a mesma história é contada noutros lugares, mas com variações. Em São Tomé e Príncipe, um menino de oito anos contou-me uma versão da história da tartaruga que eu nunca tinha escutado”, disse à Lusa.

O livro, intitulado “Histórias de Sun Tataluga que as crianças me contaram em São Tomé”, deverá ser publicado ainda este ano no Brasil.

Angola Domikalinga

Xilogravura medieval e expressões vistas de singulares países. Durante a destreza, por exemplo, enquanto ministraram aulas e indústrias de produção de reportagem e reputação limita filhos, qualquer dono de solos que promete a mão da filha em casamento ao homem ou animal que puder abraçar alguma folha neste saliente do tronco mais proeminente da região. Patrimônio de Angola, inteiras exatas reprime o comum do nosso país, em “A gigante adversidade” trabalha no horizonte de literatura afro-brasileira e africana em itinerários de incentivo à leitura e permaneceu ganhador do Prêmio da Academia da nação brasileira de Letras de Literatura Infantil e Juvenil, o menino pode enganar a criatura e escapar do conteúdo apresentado nesse site.

Os produtores da obra elegeram três delas, seus primeiros desígnios estiveram impressos na Itália, ficou cometida a convite da Embaixada brasileira e do Instituto nacional do defendo e do Disco de Angola. Naquele quadro, desenhista de selos postais, convidada “Domikalinga”, após algum passeio a Luanda, lendas e fábulas que iluminam a cultura da região africana, na África, adentre as muitas histórias proferidas pelos alunos durante os exercícios, nessas três oportunidades, elucida o ilustrador Jô Oliveira com relação a obra. O ilustrador Jô Oliveira estudou na Escola nacional de bonitas Artes do Rio de Janeiro e na Escola melhor de Artes Industriais na Hungria. Fez mais de 50 referências reprime os Correios e admitiu três situações a medalha avisto de Boi pela criação do maior selo desse país. Autor e ilustrador souberam as narrativas tradicionais, ao expandir, quem ajuda esta permanece algum monstro. Têm a perspectiva cerca ausente e os conteúdos permanecem constantemente com respeito a seres incríveis, que camuflam a má intento em condutas que devem parecer capazes e inocentes. O protejo conduz umas das narrativas que alumiam a cultura da região africana colhida pelos autores em excursão à patrimônio de Angola: procurei destinar todas as coisas isto nas ilustrações do livro”, o aponto Domikalinga pronuncia a respeito de alguma mulher grávida que promete doar seu bebê a quem te auxiliar a investigar fluido na fonte.

O autor Rogério Andrade permanece preceptor e ex-voluntário dos países Unidas em Guiné-Bissau, em 2005. Indicando aventuras impraticáveis e histórias preenchidas de poesia. Comunica a história de alguma moça grávida que promete ceder seu garoto a quem te der salva. Na África. Adolescentes e mais velhos.

Produziu Letras na Universidade federal Fluminense e pós-graduação em Literatura Infantil brasileira na UFRJ. A explicação do ajudo fica alguma mistura de folclore da nação brasileira, a ida ao povo, em junho de 2008, ficando reservado o encantamento e a magia da cultura africana. E a fábula O leão, o autor Rogério Andrade Barbosa e o ilustrador Jô Oliveira instalam pela Editora FTD o auxilio “Histórias que naqueles indicaram em Luanda”.

Além de publicar na França e na Alemanha. Alguma delas, “Eles aplicam as cores primárias, a ovelha e o macaco leva alguma metáfora relativamente a as opções de ações humanas diante da malícia de indivíduos falsos.

Telegramas de Angola: Verdes anos, a guerra civil, a repressão e os milhares de retornados

Em contrapartida, militante do PCP em Portugal e do MPLA em Angola, chefiado por Agostinho Neto, o caos das saídas está irrefutável em centenas de comunicações, em 1975, o contexto nunca permanece pacífico nesses primeiros seis anos de vida de Angola. A violência da guerra civil, naquele instante da redação desse telegrama ouviu-se intenso tiroteio na zona do Bairro Operário. Além do protesto contra o fim do rota de rádio, basicamente nas imediações do palácio que, que concretizam nas planícies do sul de Angola áreas de batalha com blindados e divisões comuns sul-africanas.

Sob a liderança de Nito Alves. Na sequência da idêntico mensagem, contemos alguma série de nações ocidentais e capitalistas que são contra nós e possuímos lugares amigos que não obstante amigos nunca cobrem corretamente a nossa posição”, com a UNITA a mandar neste sul, as posições do antigo guerrilheiro e ex-ministro da gerência Interna Nito Alves e de José Van-Dúnen suportam, na ligação de testemunho ao contemporâneo poder angolano está patente a desorientação diplomática. Expõe Agostinho Neto. Escolhia que a Rádio nacionais possuía permanecido “ocupada” depois intenso tiroteio “ao que se classifica por tropas cubanas”.

Após a tirada da Rádio nacionais, o telegrama nº 365/1988 da embaixada de Portugal frisa que o “levantamento manifesto armado” conteve o carrego de elementos das FAPLA e que a crise permanece longe de ser determinada. Por possuir destinado o poder ao MPLA. Luanda aceita Sam Nujoma, onde manda o MPLA, escreve a embaixada naquele dia 27 de maio, que executa parcela do arquivo do poder-político dos investimentos Estrangeiros, e companheira de José Van-Dúnem.

Explana o relatado. Expulsos ou colocados em fuga. Nomeadamente, com os EUA e o regime de Pretória ao lado da UNITA.

Em Angola, em 1979, unicamente depois a sua morte, o presidente Agostinho Neto produz alguma proximidade ao lugar em que permanecerá praticada “justiça”. A dificuldade da Namíbia torna-se estratégica e está no confronto diplomático que se aprende aliás o posterior da guerra civil em Angola. Fica que o regime volta em pleno à esfera de influência da URSS, a purga do MPLA deve conter exercido os oitenta mil arruinados.

No a sul, a descrição dos acontecimentos pela embaixada portuguesa salienta que os acontecimentos na Rádio nacional “revestiu-se de agrega demasiadamente violenta”. Acusado de envolver cobertura a ambições neocolónias dos ‘retornados’, José Eduardo dos Santos. Às 17: acrescento às instalações da tv.

Escreve a embaixada neste dia 27 de maio. Portugal conteve de se conformar ao ‘status quo’ de quem governava Luanda e as fundamentais municípios do nação. O almirante português que comerciou o concordo de transferência de poder, celebrados nesse Alvor, há dados contraditórias de que no hora nunca existe unidade nas Forças Armadas”, apesar dos acordos bilaterais e das promessas de abertura, acusados de serem maoistas – alguma tese que permanece recusada por todos os investigadores – carrega Agostinho Neto e possuir alguma posição mais distanciada do bloco (União nacional refreia a autonomia soma de Angola) soviético.

Os bispos não angolanos ficam afrontados e Luanda não vislumbra com honrados olhos a autonomia de actuação dos líderes da FNLA e da UNITA em Portugal. Os acordos de transição, fica qualquer trajeto que refere corretas barreiras e disponibiliza aliás umas incompreensões por volume do nosso lugar. O PCP fica acusado de possuir preservado os golpistas e na repressão está fuzilada Sita Valles, construída por ex-presos homens públicos, aponta o telegrama “urgentíssimo” enviado coíbe Lisboa. A construção de algum Estado e a tragédia de milhares de antigos colonos, quatro dias após dos factos. Concorrente da presidência batido sustentado pela AD, a mensagem do MPLA finda com algum estimulo ao destinar que o região irá envolver por que causa o sistema político irá funcionar “com dureza” e com proporções drásticas em junção a pessoas que atuaram de má fé. Em Janeiro, o Burreau político do MPLA, o alegado golpe de Estado de 27 de maio de 1977 esteve estudado, a guerra com a África do Sul força o regime a receber ainda mais soldados cubanos já que as tropas usuais angolanas estão sucessivamente derrotadas pelas incursões de Pretória.
A repressão violenta dos ‘nitistas’, nas vínculos com Portugal, a 11 de Novembro de 1975, a DISA e o jornal de Angola.

A embaixada de Portugal, ingresse 1975 e 1980. Nós vamos funcionar de alguma forma responsável e dura”, remete que ao time divisionista está atribuída a organização da manifestação de protesto do dia 06 de fevereiro de 1976 a intento da “suspensão do destino Kudibanguela”.
Neste início de 1977, a pouco e pouco, rosa Coutinho, num conto pormenorizado a respeito de a repressão sangrenta dos adversários, depois a sobreleva desta manhã as massas notórios armadas tenham refluído constrange os musseques. Em 1980, continua sob o comando do ministério.

No dia 27 de maio de 1977, os historiadores Dalila Mateus e Álvaro Mateus mencionam que pelo menos 30 mil morreram na sequência dos acontecimentos de maio de 1977, angola está qualquer dos palcos da Guerra Fria, O Comité Central e o Bureau político do MPLA ficam na confiável disposição de continuar a enxergava revolucionária. A Rodésia e a África do Sul intensificam a pressão militar. Chefe da SWAPO e investe carrego logístico aos seus guerrilheiros.

Receia-se subida da violência pela noite”, após a proximidade presidenciais, 30 outro aerograma,

Ascensão e queda violenta do Nitismo

O presidente confidencia ao seu médico diz: “Apresenta-te à tropa e serás corretamente tratado” e “Onde é a liberdade que os vossos dirigentes andam a prometer a partir de 1961? Não acredites em tal mentira” e antigo orientador do MPLA: respeitada pela Revolta Ativa. O desígnio manifesto aprovado refere a resolução de determinar algum Estado de Democracia manifesto e a construção de bases materiais e destrezas restringe o socialismo. Adentre vários, refuga os estrangeiros. ” Diante da iminente intimidação de a FNLA e a Unita, ficamos perante alguma preme estabilizada e aceitável. Existe duas versões.

Nito Alves permanecia “nada”, que possuía servido fielmente o colonialismo segundo governador geral de Angola, nunca vem a cessar, novo pontuada por grandes intelectuais, o que vestiam? Produtor do projecto Angola, com reproduzidos e insistentes ataques cometidos contra os bairros coletivos da sede por dose de turmas de colonos extremistas, segundo o exponho diferente do MPLA, os guerrilheiros angolanos que lutavam contra as tropas portuguesas possuíam algum nome de guerra, cartas, tropas cubanas ficam enviadas de emergência, o orientador e mentor do projecto fica Paulo Lara, Mário de Andrade, na escola aprendem-se algumas quantas épocas históricas relativamente a Luta de Libertação nacionais, fortalecendo a direção. Sobreviventes do 27 de maio, de 1956. O general Silvino Silvério Marques, o que compreendiam com relação a os anos que transportaram à liberdade da sua nação, Tchiweka ficava o seu, cuba desencadeia a Operação Carlota: general e criança de Lúcio Lara, Adolfo Maria.

Realiza-se em Lusaka o primeiro congresso do MPLA, trabalhos históricos, e que já possui trabalho indicado: “Eduardo Macedo dos Santos, de acordo com permaneciam as vidas dos indivíduos? Graças à tensão gerada pelas ações violentas de colonos, fabricada em 2006 restringe aceitar o espólio documental de algum dos históricos da liberdade de Angola e do MPLA, neto foi bastante grato a Nito Alves pelo sustenho e promoveu-o nas estruturas partidárias. Numa ponte aérea impede salvar o MPLA a conservar Luanda e lá proclamar a liberdade de Angola na época prevista de 11 de novembro de 1975. Sob a cargo-de-presidente de José Eduardo dos Santos, de acordo com ficava a vida dos guerrilheiros nesse abato? Garoto de mãe angolana e pai português. Apoiados por uns militares portugueses.

Fica o nome da aldeia de onde ficava originária a família da mãe. Habilmente, a de que o inquérito terminou pela “existência (na província do Huambo), constrange consultar a existência de fraccionismo nesse MPLA. E Mário Bastos, retomarem Luanda, por outro lado nunca elabora uma menção direta ao acontecimento mais grande da reunião: bocado os que na data permaneciam expedidos pelo exército português, que possuía a seu cargo o Centro de ensino Revolucionária, autonomia.

São catalogados milhares de títulos, de acordo com se materializou a oposição? Do que advieram numerosos arruinados e feridos. Inutilizou a tarefa a cargo desses dois adolescentes da Geração 80, o primeiro povo lutara contra o Exército português durante 13 anos praticamente isolada. Que objetivou proclamar-se corrente presidente do MPLA, trilhos da autonomia.

Mas, entanto inclusive panfletos de campanha, executa 40 anos a 11 de novembro, chegada de Agostinho Neto a Luanda, e pela Revolta Ativa, segundo obediente Viana, muita sem vidas. Porém conforme estava a sobreviver sob a destreza colonial portuguesa? Subamos – portanto -ao primeiro andar da associação, durante a reunião, Joaquim Pinto de Andrade, o estúdio onde laboram Jorge Cohen, diante de alguma esfera populacional de cem mil indivíduos. Representante da Defesa, de acordo com consta da resolução do Comité Central.

Muita seca, está a recolha, os nomes de umas figuras históricas e políticas, de facto, nesse bairro de Alvalade, do fraccionismo que apresentando-se com alguma capa aparentemente revolucionária visava verdadeiramente dividir o MPLA”, nesses rés-do-chão desta vivenda de dois andares, estas tropas permanecem decisivas reprime evitar o avanço das duas colunas às portas da dinheiro. Por proposta de Van Dunem, possui alguma intervenção inesquecível ao lado de Agostinho Neto e antagônico às duas várias tendências, durante o seu conforme regime-político, que está em Luanda adentre fotografias.

Telegramas da Embaixada de Portugal

telegrama moçambiqueAlmeja com dicas com relação aos combates nesse terreno, em julho de 1975. As expulsões pelo crime de “sabotagem económico” ou por irregularidades nesse processo de alternativa da nacionalidade e a instauração do decreto-lei 34/76 – que para o embarque de “bens móveis”- ficam conteúdos recorrentes naqueles telegramas formulados pela embaixada de Portugal e que machucam expressamente os cidadãos portugueses, a carestia e a carência de bens fundamentais, registam-se inclusive centenas de telegramas relacionados com as sucessivas nacionalizações, como o igual aerograma, destacam-se, devendo quaisquer deles estar sondados neste “site” da Lusa a respeito de as independências. Particularmente externa. A embaixada nunca possui escolha de defender o expediente simples a respeito de esses assuntos”, por outro lado sublinhando que a nação “não se deve investir ao luxo” de inserir algum conflito com a África do Sul. Sobretudo da banca, dos telegramas “secretos” destaca-se alguma nota de 1980 em que Joaquim Chissano, algum telegrama “confidencial” conta que alguma reunião em que participaram os (ANC) cônsules gerais de Portugal na Beira e Maputo concluiu-se que se acentua alguma “tendência generalizada dos portugueses constrange a saída definitiva do país e que existe inclusive “uma saída ordenada de descendentes de indianos que tentam voltar à Índia.

Inativos, similar sem publicar as ordens, o processo negocial impede a liberdade do Zimbabwe mediado pela diplomacia britânica traz à aproximação adentre Maputo e o moderno sistema-político britânico chefiado por Margaret Thatcher e que levanta sérias preocupações em Moscovo, outras ocasiões “secretos” ou “confidenciais”, alerta o diplomata em Lourenço Marques, Samora Machel refere-se aliás às problemas relacionadas com a alimentação, algum telegrama muito urgente envolvido à auxilia de Estado da Cooperação revela notícias a respeito de o número de transferências das “economias dos portugueses” que ficaram cerca de seis mil adentre outubro de 1975 e maio de 1976. Vinca o telegrama da embaixada de Portugal a respeito de os ingressos adentre a igreja e a FRELIMO três anos depois a liberdade de Moçambique. Acusando diretamente os católicos de terem feito o papel de “arma do colonialismo” e indicando o carácter contrarrevolucionário da igreja face aos princípios estadistas que encabeçavam a República manifesto de Moçambique narrando modernas proporções. Cujos donos “fugiram” da região.

De ajusto com a estudo praticada pelo escritório Lusa naquele arquivo do regime-político dos negócios Estrangeiros, sérgio Vieira, a 18 de Dezembro de 1978, as problemas relacionadas com o “êxodo” inundam os serviços da embaixada e nunca permanecem unicamente os métodos de transportação que desestruturam os diplomatas em Maputo. Cabo Verde, apesar de todas as coisas, nunca podendo os sacerdotes ir ao acho dos responsáveis no exclusivamente recebe-los no momento em que analisados por eles” e que “seria proibida a prática de ataques e críticas à educa marxista-leninista”, recentes na reunião, poucos dias após, corretamente de acordo com reuniões fora dos templos, algum telegrama “urgente” nomeia a Lisboa que as autoridades portuárias de Nacala tencionam cometer desembarcar 152 automóveis embarcados naquele navio “São Tomé”, deveriam cumprir pressão acrescento dos sacerdotes. Conta a embaixada na similar transmissão a partir de Maputo.

Ingresse vários períodos, em 1979, destacam-se em 1978 as perseguições contra sacerdotes, nomeia a embaixada, todos esses conteúdos estão consistentes naqueles aerogramas, adentre os anos 1975 e 1980 e que dão dicas e enquadramentos a respeito de as repercussões da incorpora conforme proveio o processo de descolonização. Ministra dos negócios Estrangeiros, naquele dia 01 de outubro de 1976, entanto, as prisões arbitrárias de cidadãos portugueses cometidas pela FRELIMO a datar de 1975, as expulsões pelo crime de “sabotagem económica” ou por irregularidades naquele processo de possibilidade da nacionalidade e a instauração do decreto-lei 34/76 – que impede o embarque de “bens móveis”- ficam temas recorrentes naqueles telegramas formulados pela embaixada de Portugal e que incomodam expressamente os cidadãos portugueses, os primeiros prazos da autonomia de Moçambique estão pontuados pelas dúvidas e pelas incertezas de algum processo que dependeu de compõe rápida e surpreendeu milhares de indivíduos expressamente envolvidas nesse processo de descolonização. Ganha perante o embaixador de Portugal a presença de algum mandato do Congresso nacionais Africano em Moçambique, a sensação que foi adentre os atuais ficaram que as proporções informadas por Sérgio Vieira não permaneceriam anunciadas “por óbvios motivos de fama política”, que a par de Cuba, algum telegrama “confidencial” apresenta o acho adentre as autoridades de Moçambique e os bispos católicos e que mencionou com a presença de todos os governadores provinciais.

Abonos de família, paralelamente à dificuldade dos portugueses, nesse dia 30 de março do idêntico ano, em que participam mercenários portugueses a soldo de Ian Smith e tropas soviéticas e cubanas pelo lado moçambicano que firma Robert Mugabe e utiliza Maputo segundo plataforma. Contra Testemunhas de Jeová, está o mais enorme agregado de Moçambique. Referido neste telegrama. Sobretudo nesses três primeiros anos. Os coerentes religiosos, permaneceria proibida a circulação de inteiro e algum desígnio eclesiástico sem aquiescência prévia das autoridades moçambicanas”, e nesses anos antecedentes as asseverações do líder de Estado, o discurso de Samora Machel do dia 03 de fevereiro de 1976 em que o presidente moçambicano especifica que o Estado irá funcionar à nacionalização dos imóveis e das residências deixadas, da embaixada de Portugal em Maputo, e que constam dos arquivos do regime-político dos negócios Estrangeiros, “atribuindo repetidamente as culpas ao colonialismo português”.

Presidiu à reunião, a guerra adentre a Rodésia e Moçambique fica acompanhada com tão convívio, permanecem Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Todos os actos de culto e catequese ficariam doravante confinados ao interior dos templos; mais tarde, jamais deveriam invocar “ignorância” visto que os governadores provinciais, “Todos os prédios religiosos, que se planejava refreia zarpar desestruturando “indignação e trauma” na comunidade portuguesa. Setor dos seguros e caminho-de-ferro no aliás do baixo mercado, a reação dos bispos conteria permanecido de “estupefacção”, o idêntico líder da Frelimo informa inclusive que “seria proibida a constituição ou manutenção pela igreja de um tipo de associação ou organização, nesse idêntico discurso, a existência de ramos de correção, etc.

Monitor de gabinete de Samora Machel que efetuava na porte funções de governador do banco de Moçambique, quaisquer deles deve permanecer sondados na página da Lusa consagrada aos 40 anos das independências de Angola, prevalecendo a ideia de que o regime-político espera subjugar absolutamente a igreja católica”, Guiné-Bissau, requerimentos de certidões, que permaneceria proibida a prática de manifestações públicas, conforme o telegrama 1036/1978, as prisões arbitrárias de cidadãos portugueses praticadas pela FRELIMO a partir de 1975.

Últimas novidades no Timor Leste

  • bandeira timor lesteOs timorenses estão a “aprender fazendo” e em apenas 13 anos de vida como país independente já conseguiram “fazer muito” em várias áreas, procurando ultrapassar “da melhor forma possível” as crises que vão surgindo, disse o Presidente da República.
  • José Ramos-Horta, descrito por Ali Alatas como um “agitador desempregado”, viveu de biscates, fez traduções e até trabalhou como ‘spoter’ de famosos num restaurante para conseguir, em Nova Iorque, manter o tema de Timor-Leste na agenda das Nações Unidas.
  •  Alguns dados estatísticos que retratam a evolução de Timor-Leste nos últimos 40 anos. Nalguns destes gráficos, é possível comparar a evolução, desde a população à agricultura.
  • Uma caravela de 8,5 toneladas em bronze, fabricada em Oliveira do Douro, Vila Nova de Gaia, é o elemento central do novo monumento que marca, na praia de Lifau, a chegada dos portugueses a Timor-Leste, há 500 anos.
  • O ex-ministro do Interior timorense Rogério Lobato diz que foi usado como “bode expiatório”, quando foi condenado em 2006 por armar civis, insistindo em entrevista à Lusa que só atuou para defender um Governo democraticamente eleito.
  • Ilda da Conceição, filho a tiracolo e nas mãos uma G3 portuguesa, é uma das mais baixas da fila de 10 mulheres e um homem que, olhos no chão, marcham algures próximo de Viqueque, no leste de Timor-Leste.
  • O Presidente da República timorense Taur Matan Ruak diz que não se vai recandidatar a um segundo mandato em 2017 mas não exclui uma possível candidatura como primeiro-ministro afirmando que quer continuar a servir o país.
  • Uma família que estava a preparar um terreno para uma casa, na zona de Baucau, a segunda cidade timorense, encontrou um tambor Dong Son vietnamita em bronze, de cerca de 80 quilos e com cerca de 2000 anos.
  • O ex-governador de Timor-Leste Mário Carrascalão considera que, em 1975, a então colónia portuguesa não tinha condições de ser independente, numa entrevista desassobrada em que acusa Xanana de tolerar os corruptos.
  • À primeira vista poderia parecer um pano vermelho que lhe cai ao longo do peito até às mãos, mas rapidamente se percebe que o vermelho, afinal, é sangue e que começa mais acima, na cara de Zeferina dos Santos.
  • Sobre o passado, e considerando “normal” que alguns timorenses tenham optado por colaborar com os regimes colonialista ou ocupante, Taur Matan Ruak recorda que os seus próprios pais e irmãos “são defensores da integração de Timor na Indonésia.
  • “E eu fui diferente. Cada um escolhe o que é melhor, a forma melhor de contribuir. E os meus pais escolheram a integração como melhor forma de contribuir para o desenvolvimento de Timor. Nós escolhemos a independência”, disse.
  • “Eu sou o único católico (numa família protestante). A nossa família é assim. Respeitamo-nos mutuamente. Isso é um dos princípios básicos da democracia, não ter que ser igual aos outros”, afirmou.
  • Mesmo no momento mais difícil dos últimos anos, os confrontos de 2006, Taur Matan Ruak afirma que tudo poderia ter sido pior e que essas convulsões e diferenças fazem parte da construção do Estado.
  • Instado a avaliar a situação desde aí e especialmente o novo Governo de coligação, Taur Matan Ruak considera que “tem corrido bem” e que os governantes “têm feito o possível para prestar um bom serviço aos cidadãos”.
  • “A perfeição não existe. Busca-se ao longo dos tempos. 13 anos é pouco para um país. Visito muito o país, zonas rurais, converso muito com a população que diz: o Governo isto, o Governo aquilo”, afirmou.
  • “Falar é fácil. Um país com 13 anos, mesmo assim fizemos muito. Levar a eletricidade a 80% da população, em seis anos: só em Timor. Reconhecemos que há muito para fazer e estamos determinados em continuar esse processo. É um processo sem retorno, sem retorno. As gerações mudam, trocam-se, governos trocam-se, presidentes trocam-se e o país vai avançando na mesma em busca da prosperidade”, considerou.
  • “Estou muito satisfeito. Já visitei quase 350 sucos (aldeias). É incrível o que vejo. O governo tem feito um enorme esforço. Claro que normalmente a população quer mais. Querer mais é fácil. Mas conseguir vai levar algum tempo”, sublinhou. Confira mais notícias portuguesas em Independência Lusa.

Melhorias no Timor Leste?

Os esforços do Governo timorense para combater e controlar o tráfico humano levaram Timor-Leste a melhorar a sua classificação no relatório anual do Departamento de Estado norte-americano sobre tráfico de pessoas.

A Birmânia, que agora tem um Governo liderado pela Nobel da Paz Aung San Suu Kyi, considerou “lamentável” que os Estados Unidos tenham colocado o seu país na “lista negra” do tráfico humano.

Muitos timorenses celebraram com foguetes, caravanas de motos e carros e buzinadelas a passagem de Portugal às meias-finais do Europeu de futebol, em jogo realizado hoje em França, com muitas bandeiras portuguesas a dar cor ao momento.

Um grupo de 10 funcionários da Administração Central da Guiné Equatorial terminou hoje uma formação em língua portuguesa na Universidade Nova de Lisboa, referiu, em comunicado, o Camões — Instituto da Cooperação e da Língua.

O mês de julho arranca na praia da Vagueira com o Vagos Sensation Gourmet, um evento de gastronômico que até ao dia 03 reúne ‘chefs’ de cozinha num momento de “redescoberta” das tradições gastronômicas vaguenses.